Olá, leitores sintonizados!

Saudades de vocês! Espero que estejam bem!

A XVII Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro aconteceu entre os dias 3 e 13 de Setembro, contando com a presença de inúmeros autores de destaque no cenário nacional e internacional.

Eu estive presente nesse grande evento literário nos dias : 4,5,6 e 8 e venho aqui contar um pouquinho sobre como foi essa experiência.

Primeiramente, foi um sonho realizado! Muito bom olhar com os próprios olhos aquilo tudo. 
Muitos livros, estandes com uma decoração maravilhosa, enfim, o sonho de todo leitor! E o que falar da beleza da cidade que sediou o evento? Não tem como fugir da máxima: o Rio de Janeiro continua lindo! Sim,gente, muito lindo. Fui totalmente conquistada por sua beleza. <3

Enfim, AMEI minha primeira viagem de avião ( gente, vocês não têm ideia do quanto tava receosa no início, mas conforme foi chegando os dias decidi relaxar e não surtar! Depois da viagem pensei o quanto fui tola ao não escolher a poltrona ao lado da janela :| )  AMEI a minha primeira Bienal e a minha primeira viagem ao RJ!

Fui acompanhada de outros blogueiros literários maranhenses: a Mary e Almicéia do Primeiras Impressões , a Brunna do My Favorite Book , o Rafael do Livro Vs Séries e a Fernanda do Caçadora de Livros . E fizemos a festa!

Não aguentei a saudade que a Bienal deixou em mim, e acabei gravando um vídeo no calor do momento. Nele comento sobre as minhas aquisições literárias e considerações sobre  os autores que conheci.

Assista o vídeo a seguir para conhecer os novos livros da minha estante:





Resolvi fazer também um resuminho do que rolou nos dias que estive presente na Bienal.


Dia 04/09 ( Sexta-Feira) :

Esse foi o primeiro dia que senti o poder da Bienal ! O dia foi mais voltado a passear pelos estandes ( comprando em alguns,é claro!) e aproveitar de tudo um pouco.





No vídeo afirmo que o primeiro autor que conheci foi o Felipe Colbert , mas esqueci que, antes de ver ele, tinha encontrado a Bruna Vieira enquanto passeava. Depois, no estande da Novo Século, encontrei as autoras nacionais: Babi A. Sette e Renata Ventura e no estande da Galera Record conheci a linda da Babi Dewet ( rolou papo sobre TMI e dramas coreanos <3)




Oi pessoal, tudo bem com vocês?


Essas últimas semanas foram meio loucas para mim, pois é final de semestre na escola onde eu dou aula e eu estava também ocupada organizando algumas coisas da Academia de Letras que eu fui convidada a presidir. Sei que isso não tem nada a ver com o blog, mas que importa é que no dia em que eu fui consagrada como presidente da ALBSC seccional de Massaranduba acabei conhecendo uma escritora muito querida chamada Márcia Pavanello Pires, nós trocamos livros e é sobre a obra dela chamada Abismo Sangrento que eu vou falar hoje.






Jaqueline perdeu seus pais e seu irmão em um grave acidente. Ao se recuperar do trauma, conhece Rafael, um rapaz lindo e loiro por quem se apaixona perdidamente. Entretanto, Joaquim, seu ex-namorado, vai querê-la de volta. À primeira vista, Jaqueline pensa que está apenas envolvida num triângulo amoroso, quando descobre que entre a felicidade e a tristeza existem caminhos obscuros e sobrenaturais jamais imaginados por ela.


Primeiramente vamos falar da estética do livro que está linda e é preciso parabenizar toda a equipe editorial do Selo Genérico da Modo. A capa tem tudo a ver com a obra com esse visual romântico, sensual e sombrio. A diagramação do livro também é muito bem feita e cheia de detalhes que tornam todo o livro visualmente muito bonito.

Agora chegou o momento de irmos ao que interessa...
Jaqueline é uma jovem de classe média muito bonita e que leva uma vida comum com sua família na cidade histórica de São Francisco em SC, até o fatídico dia em que um terrível acidente de automóvel acaba vitimando sua família. Jaque foi a única que sobreviveu ao acidente e como não tem parentes próximos decide continuar a viver sozinha na casa de sua família.Lentamente a jovem vai aprendendo a lidar com a dor da perda dos pais e a superar o luto e uma profunda depressão causada pela perda daqueles a quem tanto amava. Seis meses depois do acidente, com a ajuda de suas fieis amigas Carla e Carolina, ela decide começar uma nova fase em sua vida e tentar ser feliz novamente, pois ela sabe que é isso que seus pais mais desejam que ela faça.




Oi pessoal, desculpem as últimas semanas sem nenhuma postagem, mas é que eu estava muito ocupada por causa do lançamento de O Despertar do Dragão e tudo mais... Enfim estou de volta e hoje vou trazer até vocês a minha opinião sobre o novo livro de uma das minhas escritoras brasileiras favoritas. O livro é Por um toque de ouro da fofíssima Carolina Munhóz.



Não é segredo para ninguém a admiração que eu tenho pelo lindo trabalho da Carolina e do marido dela Raphael Draccon. Para mim ambos são grandes referências de literatura fantástica que nós temos no Brasil. Eu conheço o trabalho da Carolina desde 2012 e a acompanho nas redes sociais desde então e durante esses três anos meu orgulho por ser fã dela só aumentou.

Antes de eu começar a falar do livro que possui 272 páginas de muita magia e glamour preciso comentar que mais uma vez o selo Fantástica Rocco, que pertence à editora Rocco, fez um maravilhoso trabalho na parte editorial da obra. Além de a capa ser muito linda a diagramação e os detalhes da obra são muito perfeitos esteticamente falando e isso já chama a atenção de qualquer leitor.

Primeiramente, apresento a vocês a sinopse do livro:

Após o sucesso de O reino das vozes que não se calam, criado em parceria com Sophia Abrahão, nossa autora Carolina Munhóz lança em junho, pelo selo Fantástica Rocco, Por um toque de ouro, o primeiro volume de Trindade Leprechaun, série inspirada pelas lendas irlandesas cuja trama tem início no St. Patrick’s Day, o mais importante e celebrado feriado do país.

Emily O´Connell nunca imaginou que pudesse ter um toque de ouro. Herdeira de uma das marcas mais luxuosas de sapatos e bolsas haute couture do mundo, sorte e glamour praticamente correm no sangue de sua família. Um dia, porém, Emily percebe que sua sorte talvez seja muito maior do que imagina. Na manhã seguinte ao feriado de St. Patrick, após ganhar milhões em uma noite de jogatina, a garota se vê vítima de uma tentativa de estupro. O que a tira das estatísticas policiais, no entanto, é a forma como ela consegue se livrar quase magicamente do perigo. Tudo se complica quando Emily conhece o misterioso e encantador Aaron Locky. Afinal, que segredos ele esconde por trás de seus cabelos compridos e de sua risada irônica? De algum modo, Aaron exerce sobre ela uma atração irresistível, como se uma aura de poder os cercasse e os unisse. Ele tem muito a ensinar a Emily, mas, entre todas as coisas, ela nunca imaginaria que poderia estar envolvida com uma tradição secular lendária.

O livro começa com Emily O´Connell rodeada pelos jovens mais ricos de toda a Irlanda em uma grande festa de St. Patrick regada à música alta e muito champanhe verde. Enquanto a maior parte das pessoas se divertem na pista de dança Emily decide ariscar sua sorte em um jogo de pôquer com seus amigos. Emily, como sempre foi uma garota muito sortuda acaba ganhando mais alguns milhões para sua conta bancária.



Oi pessoal, tudo bem com vocês?

Apesar de eu ter dito que falaria bastante a respeito de distopias, uma vez que continuo a pesquisar sobre o gênero para meu novo projeto, hoje vou falar um pouco sobre o mais recente lançamento de Marina Carvalho, uma autora nacional que eu adoro e sobre qual já falei aqui em outras oportunidades.

A resenha de hoje será sobre o livro Elena, a filha da princesa.




Este não é um conto de fadas comum. Sim, existe uma princesa. Não uma donzela, mas uma jovem moderna, preocupada com os problemas de seu tempo. Há também um príncipe. Só não espere que ele seja um perfeito cavalheiro. Afinal, uma pitada de bad boy nunca fez mal a nenhum herói.
Elena, filha da princesa Ana — a brasileira que se tornou herdeira do trono da Krósvia —, já não é mais a menininha apaixonada pelo primo Luka, com quem deu o primeiro beijo aos 13 anos. Cresceu, namorou, viajou o mundo. Mas uma notícia surpreendente a faz voltar para casa... justamente quando obrigações familiares também exigem a presença de Luka.
O reencontro é explosivo. Luka não estava preparado para adulta que a prima tímida se tornou. Uma mulher que sabe muito bem o quer. E quem quer.


Publicado pela editora Galera. O livro com possui 316 páginas já chama a atenção de qualquer um pela capa maravilhosa que foi muito bem trabalhada e a diagramação clássica, bela e impecável que ficou perfeita para o livro que encerra a saga da família real da Krósvia e as aventuras da princesa brasileira.

Eu já falei em outras oportunidades sobre as outras obras da Marina, inclusive o livro anterior a esse que seria De Repente Ana. Contudo não é preciso se preocupar, se você ainda não leu os dois primeiros volumes da história da jovem brasileira que descobre ser princesa de um pequeno e belo país do leste europeu, a autora fez uma pequena recapitulação da história de Ana antes de começar o livro, para que não aja risco de ninguém se perder.

No terceiro livro da família real krosviana somos apresentado a jovem Elena, filha do casalzinho fofo Ana e Alex, princesa da Krósvia e herdeira do trono. Diferentemente da mãe, que somente veio a descobrir que era herdeira ao trono quando já era adulta, Elena cresceu cercada pelos holofotes da imprensa e os luxos do palácio, mas, embora seja difícil de acreditar, isso não tornou ela uma jovem mimada e arrogante. Pelo contrário, Elena, que herdou a bondade da mãe, preocupa-se sempre em ajudar ao próximo.




Oi pessoal, tudo bem com vocês?

Hoje eu vou fazer a resenha de um livro nacional que eu li já faz algum tempo e desde aquela época eu quis compartilhar com vocês, mas, por causa de todos os motivos que me afastaram do blog, não consegui. O livro da semana é Azul Da Cor Do Mar, escrito pela fofa Marina Carvalho e publicado pelo selo Novas Páginas da Novo Conceito.






ACASO, DESTINO OU LOUCURA? No caso de Rafaela, pode ser tudo isso junto. Para alguém como ela, nada é impossível. Rafaela sonha desde a adolescência com o garoto que viu uma vez, perto do mar, carregando uma mochila xadrez... A ideia fixa não a impediu, porém, de ser uma menina alegre e muito decidida. Ela quer ser jornalista, e seu sonho está se concretizando: Rafaela Vilas Boas (um nome tão imponente para alguém tão desajeitado) conseguiu um estágio no melhor jornal de Minas Gerais. Mas, como estamos falando da Rafa, alguma coisa tinha que dar errado. O jornal é mesmo incrível, mas seu colega de trabalho, Bernardo, não é a pessoa mais simpática do mundo.Em meio a reportagens arriscadas – e alguns tropeços –, Bernardo acaba percebendo, contra a sua vontade, que Rafaela leva jeito para a coisa... E que eles formam uma dupla de tirar o fôlego.

Mas e a mochila? E o garoto, o envelope, as cartas? Um dia a estabanada Rafaela vai ter que se libertar dessa obsessão.




O livro que tem 334 páginas conta a história de Rafaela Vilas boas, uma jovem estudante de jornalismo que consegue um estágio em um grande jornal de seu estado. Rafa, como é chamada pelos amigos, sempre foi uma garota comum, do tipo que cresceu em uma cidade pequena e sempre fui superprotegida pelos três irmãos mais velhos. Muito independente ela saiu de casa logo depois que se formou no ensino médio e se mudou para BH, onde cursa jornalismo e divide um apartamento com dois de seus irmãos.


Contudo, antes de explicar um pouco mais sobre a vida de Rafa é preciso explicar algo muito importante que aconteceu com ela na infância. Quando criança Rafa e seus irmãos costumavam passar as férias de verão na casa da avó em Iriri/Es e em uma dessas férias ela acabou dando de cara com um bom belo jovem um pouco mais velho do que ela e que tinha belos olhos azuis como a cor do mar. Os dois nunca chegaram a conversar, ela nem mesmo sabia o nome dele, mas aquela imagem e aquela expressão ficaram tão gravadas na mente da jovem que Rafa jamais pode esquecer e começou a escrever bilhetes secretos para esse menino e inventar histórias para ele.

Agora voltemos ao presente....



Oi pessoal, tudo bem com vocês?
Como eu havia prometido na semana passada, hoje estou voltando a fazer resenhas de livros, uma coisa que eu adoro, e nada melhor para começarmos bem do que um bom livro nacional. O livro de hoje é No Mundo da Luna, escrito por Carina Rissi.



O livro que foi lançado no final do mês passado pela Verus editora contém 476 páginas e conta de um jeito muito divertido as aventuras e desventuras de Luna Braga.

A vida de Luna está uma bagunça! O namorado a traiu com a vizinha, seu carro passa mais tempo na oficina do que com ela e seu chefe vive trocando seu nome.

Recém-formada em jornalismo, ela trabalha como recepcionista na renomada Fatos&Furos. Mas, em tempos de internet e notícias instantâneas, a revista enfrenta problemas e o quadro de jornalistas diminuiu drasticamente. É assim que a coluna do horóscopo semanal cai no colo dela. Embora não tenha a menor ideia de como fazer um mapa astral e não acredite em nenhum tipo de magia, Luna aceita o desafio sem pestanejar. Afinal, quão complicado pode ser criar um texto em que ninguém presta atenção?

Mas a garota nem desconfia dos perigos que a aguardam e, entre muitas confusões, surge uma indesejada, porém irresistível paixão que vai abalar o seu mundo. O romance perfeito — não fosse com o homem errado. Sem saída, Luna terá que lutar com todas as forças contra a magia mais poderosa de todas, que até então ela desconhecia: o amor.

Com seu estilo ágil e fluido, Carina Rissi criou em No mundo da Luna uma leitura viciante, permeada de humor, magia e paixão, que vai conquistar você do início ao fim.

Bem, pela sinopse vocês podem ter uma pequena noção do quão complicada a vida de Luna está...
Ela conseguiu um emprego no lugar onde sempre sonhou, mas trabalhar na recepção nunca foi o que ela quis e, ainda por cima, seu chefe, Dante Montini, é um cara rabugento e mandão, que nunca lembra o seu nome.

Vemos também que, assim como tantas outras revistas, a Fatos&Furos está sofrendo com uma grave crise econômica por causa do advento das novas mídias de comunicação, e, depois de perder dois grandes profissionais para os concorrentes, Luna acaba assumindo a coluna de horóscopo. Esse deveria ser um trabalho fácil para uma jornalista recém-formada e cheia de gás como ela, se ela acreditasse em magia e destino, é claro.